Por um feminismo que ouça Mallu antes

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Uns tempos atrás, apareceu na timeline do meu Facebook essa foto da Mallu Magalhães e do Marcelo Camelo na praia. A pessoa que postou a foto (que eu sinceramente não lembro mais quem foi) escreveu uma legenda mais ou menos assim: “que ódio desses caras abusivos nojentos, olha como a Mallu está até anoréxica”. E seguiu-se toda uma série de comentários sobre homens mais velhos abusando da ingenuidade de mulheres mais novas (ou adolescentes); sobre como o relacionamento da Mallu é obviamente abusivo por conta dessa diferença de idade; e sobre como Marcelo Camelo é pedófilo e manipulou a menina. Aí mencionaram trechos de músicas da Mallu que falam sobre sofrer de amor, como evidência de que o relacionamento deles seria abusivo.

Ultimamente eu tenho dado um reino para não entrar em treta de Internet, mas não resisti e tive que deixar um comentário, dizendo: “ninguém aqui sabe nada sobre…

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De um retorno de incertezas

Oi, pessoal! Tempo de Flores esteve afastado das atividades por, alguma razão, ou algumas várias. Mas, venho através deste dizer que: uma hora a gente volta. Com novíssimas novidades, esperamos.

Enquanto isso, resolvi liberar um pouco de sentimento por aqui, através de um escrito desses que pintam o momento – nesse caso, momento de Novembro de 2013. Boa sorte com minha confusão!

Incerto.

Sempre me atrevo a escrever sobre as incertezas dos seres, será o que me resta? Incertezas? Pois até isso me é incerto. Perdi a leveza. Descobri que o mundo não é só nuvem. Faz algum tempo. Nunca me machuquei e ainda me sinto ferida? Ferida. De que? Por quê? Por quem? É-me desconhecido, como costumeiro. Vida feita de alegria e conforto, mas também descontentamento vazio, de beleza e fé à descrença e morbidez. Como a de todos outros, que, quem sabe também possam ser parte de mim? Mas, e a sensação de estar seguindo em linha reta no centro de algo a toda parte? Como se a constância fosse central e a inconstância também?

Escrevi por vezes das coisas que sinto e não posso negar a existência do mesmo sentido em outros corpos e cabeças, estar Aqui e fazer parte, por vezes sentir o mesmo que todos os outros.  Mas e se eu não quiser sentir? E se eu quiser? E se o que sentirmos ser vida tratar disso? A infindável falta do indubitável e a “pequenez” imensa das ideias de “resposta”. Completa e também vazia, sou fruto da dualidade.

A vida escorre e eu a amo, não reclamo – se possível – de suas adversidades e as enxergo como parte de um plano. Plano, plano, plano. Qual plano? Quê plano? Qual a cor, cheiro, textura possui tal “plano”? Por que tocá-lo, alcançá-lo, vê-lo é assim tão confuso? Existe?

Tento alaranjar a vida e dançar valsa com ela, mas a mesma não se parece nada laranja ou rosa. Ela se mostra sem cor ou sonoridade na maior parte do dia, quando o hermetismo –estritamente humano –faz-se presente.  O hermetismo sequencial. Um atrás do outro, um na frente do outro, outro na frente de outro. Tu, tu e tu. Aquele, aquela e aquele.  Tempo na contagem regressiva-progressiva-regressiva-progressiva, mas falar do tempo? Que tempo? A que horas? A que tempo?  (In) Contável? Sequencial e contínuo.

Acorda, sai, pensa, dorme, sai, dorme, pensa, acorda, pensa, dorme, sai, acorda, dorme, sai, pensa, acorda. Qual a sequência? Um cardápio limitado de vida que se transmuta em: rotina. Rotina. Passatempo passa o tempo. Tempo novamente, sempre ele derradeiramente em estado de sublimação sob nossas bocas, narizes, retinas, cadáveres, espíritos, fluidos. Incontínuo.

É desse hermetismo que percebo desnecessária e dolorida a corrosão de ossos invisíveis – aqueles à flor da pele – que arrastam os anos. Com meus círculos-retângulos-quadrados-triângulos coloridos sem sentido, tento: mostrar a todos por todos os tempos luzes e cores; é demorado e derretido. Por vezes cinza.  O riso me basta quando as palavras trespassadas não bastando por hora. Que inexperiência é essa que vê divergência a cada esquina? E que experiência é essa que não reconhece vida a cada vez que chega o ar?

A espera que se busca sem cessar é a do contentamento meu e do vento, ao bater contra o longo e embaraçado fio da liberdade que eu escolher.

Danielle Dornelles

Músicas de (minha) Primavera

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Boa tarde, personitas! Andei um tanto quando sumida mas, hoje um belo dia azul, de sol e ventania resolvi voltar. Pra falar do quê? Das razões que fazem essa época do ano ser linda como é: a primavera! É de longe minha estação favorita, mesmo que eu sofra um tanto pela renite que ataca bastante nessa época. Mas é bobagem! A Primavera é colorida, cheia de vida, ela tem o intuito de ser para a vida e os nascimentos na natureza. Mas sou de humanas, não vou entrar neste quesito, rs. O que sinto e percebo a olho nu é a mudança nos tons de verde das folhas, no azul do céu, das copas de árvores que florescem e algumas refletem o amarelo que contrasta nos morros. E o sensorial passa também pela audição. Quais sons tem a cara da primavera? na primavera calmararia-a-a tranquilidade uma quimera-a-a queria sempre essa alegria  O que te faz se sentir no mundo nessa época do ano? Eu que sou uma negação para fazer listas e escolher o que gosto mais de ouvir/ver  (Lauro e todas pessoas que me conhecem que o diga) resolvi fazer uma ~playlist~ da estação. Divirtam-se.

1. Próxima Estacion Esperanza
Manu Chao seria um dos caras mais legais da América Latina, se ele fosse latino-americano, na verdade ele é francês. Esse álbum acredito que seja um dos mais famosos dele, depois de deixar fazer parte da banda Mano Negra. Bem roots pra quem é roots, bem roots pra quem não é roots (não faz diferença). Sabe aquela música “Me gustas tu”? Então, tá aí. A clássica dedicatória romântica pro pessoal humanas-américa-latina-viagens (sem preconceitos, afinal também me encaixo em partes na definição). https://www.youtube.com/watch?v=pxdIOmNuNTk

Manu Chao cantor, mas podia ser alguém que faz América Independente na minha sala.
Manu Chao, cantor. Mas poderia ser algum colega de curso. Da matéria de América Independente.

2. Helplessness Blues Fleet Foxes. Tá aí, uma das várias coisas boas da música que a Julia me mostrou. Som lindo e colorido. https://www.youtube.com/watch?v=cdN2bfov9JQ&list=PL80F9FAB59AF6EA62

Mais uma banda que poderia facilmente se passar por colegas de curso.
Mais uma banda que poderia facilmente se passar por colegas de curso.

3.  Ventura SEM PRECONCEITOS COM LOS HERMANOS, eles são legais e não possuem culpa de ter todo um estereótipo meio saturado em cima deles. No geral, a banda é meio verão, fiquei em dúvida entre o “Bloco do eu sozinho” e esse, mas acho que Ventura se encaixa mais (apesar de ter uma faixa chamada “Deixa o Verão”, não se pode ter tudo). https://www.youtube.com/watch?v=g_Uw-meLw-A&list=PLp8oXTv1PUtFlgNpDjEdFYCeruJ_9XXtn&spfreload=1

A maioria já conhece eles, né. Mas repito a ideia das outras duas imagens...
A maioria já conhece eles, né. Mas repito a ideia das outras duas imagens…

4.  The Rip Tide Ahhh, Beirut. Não é nem a comida e é bom também. Esse álbum é leve como eles são em geral e apesar de não ter “Elephant Gun” que pra mim tem a cara da primavera e também é a clichezona tem Santa Fe que é amor.

Fofos.
Fofos.

5.  Division Bell Pink Floyd, pra uma estação alegre Dani? Sério isso? Sério isso. Eu simplesmente sou encantada por esse álbum. Não é pela formação dele, ou pela época, ou por ser ou não um estilo da banda, ESQUEÇAM OS RÓTULOS. Esse álbum é lindo pra mim na primavera porque me lembra coisas muito boas. É o valor sentimental que “Poles apart” tem pra mim por exemplo. Cresci ouvindo, tive medo da capa, foi meu álbum favorito de todo o mundo, por eu gostar simplesmente. Sem mais análises. Hoje não tenho mais um álbum favorito de todo mundo, não sei, mas enfim. Division Bell, primaveril. https://www.youtube.com/watch?v=cH_VVzfvmJE

High Hopes.
High Hopes.

E era isso. Se tiverem gostado me avisem, se tiverem suas próprias músicas de primavera – ou simplesmente nunca pararam pra pensar nisso – me avisem também. Ou não.

Um beijo, Danielle Dornelles.

Sertanejo é massa (sobre Renato Teixeira)

Pessoal, esse final de semestre está me matando, ow cara, muito triste. E se tem um estilo de música que ta me representando nesse período, é o sertanejo.

Vou dizer, eu gosto bastante de sertanejo, não de todos, mas o de raiz eu gosto demais! E eu vou tentar aqui mostrar pra vocês que pode ser uma coisa muito boa de ouvir, e tentar quebrar esse preconceito chato até porque eu sei que no chuveiro é isso que vocês cantam.

Eu vou falar de um dvd de um show na real, do Renato Teixeira, que meu pai tem. Me lembra muito minha família, alegria total. Ele é de 2007, e foi no Ibirapuera em SP. São 20 músicas:

1- Amanheceu, Peguei A Viola – Clássicos do sertanejo, não tem como não ter ouvido nunca e ta bem apresentada pelo Renato Teixeira no DVD.
2- Êta Mundo Bão – Bem dançantezinha e feliz.
3- Um Violeiro Toca – Outro clássico e essa eu gosto em especial, acho linda, me emociona bastante
4- Irmãos Da Lua – A letra dessa música é sensacional
5- Raízes – O NOVO AMANHECE!
6- Amora – Para as pessoas que namoram mas não assumem aiii…
7- Amizade Sincera – ai cara, sem palavras pra essa música de verdade
8- Quando O Amor Se Vai Part. Esp. Pena Branca – cara, participação do Pena Branca não é pra qualquer um
9- Olhos Profundos –❤
10- A Primeira Vez Que Fui Ao Rio – Da série: vida de Julia
11- Encostada Na Varanda – Apenas amor sobre essa música
12- Curvelo Part. Esp. Chico Teixeira –❤
13- Pequenina – vai parecer meio clichê todas as minhas definições porque pra mim é tudo amor essas músicas
14- Cavalo Bravo – Essa música é demais!
15- Recado Part. Esp. Joanna – puro amor também!!!
16- Tocando Em Frente – Acho que essa é a música preferida da minha mãe.
17- La cigarra Part. Esp. Leon Gieco – Muito boa!
18- Sina de Violeiro – também maravilhosa
19- Frete Part. Esp. Chitãozinho & Xororó – carga pesada quem lembra?
20- Romaria Part. Esp. Chitãozinho & Xororó, Leon Gieco, Pena Branca, Joanna – Outro super clássico só amor.

Então, é isso! Saibam que minha opinião sobre as músicas aqui no blog seria o que eu estaria falando pra vocês se estivéssemos ouvindo o álbum juntos. E abaixo a falar-mal-de-sertanejo-sem-conhecer!

Bjbj, Julia.

Revele suas fotos!

Olá pessoal! Desculpa o delay mas as eleições/faculdade me consumiram. Eu vou falar sobre o álbum da semana, mas isso será no domingo (espero).

Hoje vim falar sobre uma coisa muito legal que eu descobri há um tempo, e hoje em dia todo mundo sabe que é sobre as lomos! Aquelas câmeras analógicas lindas e hipsters que tão rolando muito por ai. Devo dizer que se você gosta de fotografia tens que ter uma dessas.

A foto analógica é linda demais, e tem toda aquela magia de não saber o que vai sair, a qualidade costuma ser melhor que das câmeras digitais normaizinhas de hoje em dia, você pode aumentar a foto muito que ela não perde a qualidade por não ser feita de megapixels, essa é uma grande vantagem.

Outra seria a estética da foto, que tem um ar vintage e nos obriga a revelar, que é uma coisa que estamos perdendo hoje em dia, esse ato de revelar as fotos. Pra quem é historiador sabe a importância de uma foto revelada, ela é eterna!

A Lomography começa com um fatídico encontro no início dos anos 90…

Quando dois estudantes de Viena, Austria, se depararam com uma Lomo Kompakt Automat – uma enigmática e pequena câmera Russa, negligentes, com a qual fotografavam como às cegas. Algumas vezes olhando pelo visor, eles ficaram surpresos com as alucinantes fotos que a tal câmera produzia – as cores eram vibrantes, com profunda saturação e vinhetas que criavam os cantos escuros nas fotos – não havia nada assim que eles haviam visto antes! Ao voltar para casa, os amigos queriam as suas próprias LOMO LC-A, o que alavancou um novo estilo de linguagem artístico experimental fotográfica que hoje nós conhecemos como Lomografia!

Aficionados pelo o que viria a se tornar a Lomography, eles voaram até St. Petersburgo para trabalhar em um contrato pela distribuição global dessa fantástica camerazinha. Logo, as 10 Regras de Ouro foram encaminhadas como guia para esse movimento analógico, aplicadas em exibições, congressos mundiais, festas, instalações, colaborações, e eventos. Novos produtos, filmes e acessórios foram desenvolvidos e a Lomography.com destinada como um eixo de comunicação para os Lomógrafos ao redor do mundo. Ao mesmo tempo as Gallery Stores foram criadas por todos os cantos.

Atualmente nós somos uma ativa organização global dedicada a expressão visual experimental e criativa, a combinação do lo-tech com o hi-tech, e somos uma instituição cultural envolvida no setor comercial de fotografia e design. Nós somos dedicados a um estilo de vida especial que é o analógico e nós vamos continuar a contribuir para a sua expansão!”

Eu tirei esse texto do site da lomography para mais informações sobre o histórico, como comprar, lojas, informações sobre as câmeras acessa lá http://www.lomography.com.br/ .

A minha lomo é uma La Sardina Saint Tropez, eu comprei ela por uns 300 reais. Ela é de filme de 35mm que é o mais comum que você encontra em várias lojas por nada caro, ja comprei por 15 reais um filme de 36 poses. Assim, na hora de revelar, no inicio você vê que queimam várias fotos, mas depois que você pega o jeito elas saem lindas. Vou postar aqui algumas fotos que eu tirei com a minha câmera, cada lomo tem sua particularidade, ai vai de você procurar a que mais lhe interessa. A La Sardina faz multiplas exposições e ela tem uma pegada de cor mais azulada que eu acho bem lindo.

Bem espero que gostem, beijos! Julia.

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Sobre os “sem cultura”, os burros e os pobres.

Após a apuração de ontem, fiquei pensando sobre como iria abordar uma situação que me ocorreu. Não falarei sobre a reeleição da Dilma mas sim sobre a enxurrada de frases e textos que vi no facebook dizendo que o brasileiro (com exceção do sul) é burro, pobre e sem cultura.

Burro, pobre e sem cultura, hoje em dia parece que viraram sinônimos. O que essas pessoas esquecem é o real significado do que elas estão falando. O que é cultura? Quem detém a cultura? Entre várias definições no dicionário achamos essa:

cultura
cul.tu.ra
sf (lat cultura) 13 Sociol Sistema de ideias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade. 14 Antrop Estado ou estágio do desenvolvimento cultural de um povo ou período, caracterizado pelo conjunto das obras, instalações e objetos criados pelo homem desse povo ou período; conteúdo social.  C. geral: a constituída de conhecimentos básicos indispensáveis para o entendimento de qualquer ramo do saber humano. 

Ótimo, uma novidade pra você que acha que é a pessoa mais culta do mundo: Você só acha. Essa mesmo, é a cultura que a elite gosta de dizer que possui porque você lê meia dúzia de livros, porque você não ouve músicas que são marginalizadas (como funk e pagode), porque você não vê filmes que falam besteira, porque você tem ensino médio e superior completo ou simplesmente, porque você mora no sul do país.

Eu venho de uma família de pequenos agricultores, usarei como exemplo a minha vó, ela não tem o ensino fundamental completo, mal sabe escrever, mas quem ousar a dizer que ela é pouco culta estará falando uma completa mentira. Ela tem uma habilidade em cultivo de rosas, quem você, que provavelmente está ai sendo hatter na internet não tem, ela também sabe fazer a melhor polenta do mundo e ela tem técnicas pra isso, além de saber fazer crochê e tricô com destreza. Ela mesmo não se vangloria por nenhuma dessas habilidades, isso é cultura!

Agora, GRANDE DETENTOR DA CULTURA, me diga o que você sabe sobre religiões, música e cultura afro em geral? Me diga o que você sabe sobre escravidão e processo histórico? Me diga o que você sabe sobre fazer acarajé, sopa de tacaca, vestido de chita, cocares, arcos e flechas?

Ou somente me diga o que você sabe sobre pobreza e burrice. Cadê a sua moral de poder julgar alguém apenas por questões de renda?

Agora outra novidade para você: Todas as pessoas tem cultura! Todas as pessoas tem conteúdo social! Então antes de você pensar em escrever essas coisas na sua rede social para todos verem, da uma repassada em todo o seu conhecimento, vê se não ta faltando nenhum, mas nenhum mesmo, pra se julgar culto.

E digo mais, pobres são vocês, que precisam de esmola de conhecimento, respeito e humanidade.

Obrigada pela atenção, Julia.

Gil!

Olá!

Com um dia de defasagem por causa da eleição e estresses em geral, vim aqui, sem mais delongas colocar o álbum da semana pra tocar. Eu percebi que ainda não tinha falado de nenhum álbum brasileiro, o que é uma falha por isso vou começar já com a nata.

Eu vou falar do Refazenda do Gilberto Gil, que ai, pra mim é um dos melhores álbuns de música brasileira de todos. Eu nem preciso falar quem é o Gilberto Gil né cara, famosão aqui e no exterior, lindo, maravilhoso e faz música bonita.

Hehe

O Refazenda é de 1975 e suas faixas são massa pacas, elas são bem mpb assim, violão e batida legal. Eu gosto muito de música brasileira porque é bem dançável assim, e eu adoro dançar e cantar junto (já que meu inglês não é aquelas coisas)

  1. Ela – Essa música é bem amor, ela é bem gostosa de dançar, tem uns metais legais.
  2. Tenho Sede – TRAGA-ME UM COOOOPO D’AGUA TENHO SEDE E ESSA SEEEDE PODE ME MATAAAAAAAR, ai eu amo essa música.
  3. Refazenda – A música que da nome ao álbum não fica nada atras, ela é linda só que eu acho muito difícil de cantar, pra mim a letra é muito enrolada, o que me faz admirar ainda mais o Gil.
  4. Pai e Mãe – Essa é lentinha, tem uma letra bem bonita, eu acho.
  5. Jeca Total – Eu imagino que essa música tem um cunho meio político, acho interessante, é tudo bem subjetivo
  6. Esse é Pra Tocar no Rádio – Então, como eu disse, eu admiro a dicção do Gil.
  7. Ê, povo, ê – Músicas que começam com lalala❤ é muita alegria
  8. Retiros Espirituais – Penso que essa seja a mais famosa do álbum
  9. O Rouxinol – Eu acho o vocal dele bem bonito nessa música.
  10. Lamento Sertanejo – O vocal dessa também é demais, a letra tudo, é uma das minhas favoritas com certeza
  11. Meditação – Essa música explica bem seu nome, é linda.

Ta ai pra vocês ouvirem e tirarem suas conclusões:

Esse post foi mais sucinto, mas vou tentar postar mais alguma coisa maneira essa semana.

Até, Julia