Revele suas fotos!

Olá pessoal! Desculpa o delay mas as eleições/faculdade me consumiram. Eu vou falar sobre o álbum da semana, mas isso será no domingo (espero).

Hoje vim falar sobre uma coisa muito legal que eu descobri há um tempo, e hoje em dia todo mundo sabe que é sobre as lomos! Aquelas câmeras analógicas lindas e hipsters que tão rolando muito por ai. Devo dizer que se você gosta de fotografia tens que ter uma dessas.

A foto analógica é linda demais, e tem toda aquela magia de não saber o que vai sair, a qualidade costuma ser melhor que das câmeras digitais normaizinhas de hoje em dia, você pode aumentar a foto muito que ela não perde a qualidade por não ser feita de megapixels, essa é uma grande vantagem.

Outra seria a estética da foto, que tem um ar vintage e nos obriga a revelar, que é uma coisa que estamos perdendo hoje em dia, esse ato de revelar as fotos. Pra quem é historiador sabe a importância de uma foto revelada, ela é eterna!

A Lomography começa com um fatídico encontro no início dos anos 90…

Quando dois estudantes de Viena, Austria, se depararam com uma Lomo Kompakt Automat – uma enigmática e pequena câmera Russa, negligentes, com a qual fotografavam como às cegas. Algumas vezes olhando pelo visor, eles ficaram surpresos com as alucinantes fotos que a tal câmera produzia – as cores eram vibrantes, com profunda saturação e vinhetas que criavam os cantos escuros nas fotos – não havia nada assim que eles haviam visto antes! Ao voltar para casa, os amigos queriam as suas próprias LOMO LC-A, o que alavancou um novo estilo de linguagem artístico experimental fotográfica que hoje nós conhecemos como Lomografia!

Aficionados pelo o que viria a se tornar a Lomography, eles voaram até St. Petersburgo para trabalhar em um contrato pela distribuição global dessa fantástica camerazinha. Logo, as 10 Regras de Ouro foram encaminhadas como guia para esse movimento analógico, aplicadas em exibições, congressos mundiais, festas, instalações, colaborações, e eventos. Novos produtos, filmes e acessórios foram desenvolvidos e a Lomography.com destinada como um eixo de comunicação para os Lomógrafos ao redor do mundo. Ao mesmo tempo as Gallery Stores foram criadas por todos os cantos.

Atualmente nós somos uma ativa organização global dedicada a expressão visual experimental e criativa, a combinação do lo-tech com o hi-tech, e somos uma instituição cultural envolvida no setor comercial de fotografia e design. Nós somos dedicados a um estilo de vida especial que é o analógico e nós vamos continuar a contribuir para a sua expansão!”

Eu tirei esse texto do site da lomography para mais informações sobre o histórico, como comprar, lojas, informações sobre as câmeras acessa lá http://www.lomography.com.br/ .

A minha lomo é uma La Sardina Saint Tropez, eu comprei ela por uns 300 reais. Ela é de filme de 35mm que é o mais comum que você encontra em várias lojas por nada caro, ja comprei por 15 reais um filme de 36 poses. Assim, na hora de revelar, no inicio você vê que queimam várias fotos, mas depois que você pega o jeito elas saem lindas. Vou postar aqui algumas fotos que eu tirei com a minha câmera, cada lomo tem sua particularidade, ai vai de você procurar a que mais lhe interessa. A La Sardina faz multiplas exposições e ela tem uma pegada de cor mais azulada que eu acho bem lindo.

Bem espero que gostem, beijos! Julia.

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Bowie, oh, Bowie

Oláááá, gentes. Boa tarde!

Mais um domingo que se (es)vai, nos deixando o ar de que deveríamos ter feito várias coisas durante o decorrer (e também final) da semana ou para quem foi mais eficiente, a sensação de dever cumprido e tarefas realizadas. Não é o meu caso.  E é por isso que ~ venho por meio deste ~ trazer um pouco de cor, glamour, empolgação, beleza e androginia com ninguém mais, ninguém menos que: BOWIE, David fucking Bowie. Ele merece o bold aplicado anteriormente. 

de Bowie divando aqui
Aqui, de Bowie divando.

O que dizer desse Bowie que mal conheço e já considero pacas? Como começar a falar da pessoa que há alguns anos vem me inspirando uma infinidade de formas de exercer e ser arte? Pela voz. É impossível começar a falar do camaleão do rock ícone glam rock sem citar sua voz e também sua imagem. Imagem nunca limitada à uma só, nunca limitada, nunca uma só! 

ch-ch-ch-ch-changes!
ch-ch-ch-ch-changes!

David Robert Jones é um jovenzito nascido em 8 de janeiro de 1947 em Brixton, Londres, Inglaterra. The man who sold the world, além de vender a terra e perguntar se existe vida em marte, é  responsável por uma carreira de 4 décadas de sucesso, sem medo de inovar e arriscar: pois ele pode e muito. Sendo assim, uma grande referência para o mundo das artes. Criador de pelo menos duas personas ao longo da carreira, Ziggy em 72 e Thin White Duke em 76 (demonstrada em Station to Station), símbolo (ou estopim) de uma revolução cultural-sexual que vinha acontecendo nos 60’s-70’s através de seu andrógino lifestyle “Bowie já pegou quem eu queria” (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=8815869) além de muitas, muitas outras coisas. Eu poderia passar muito tempo aqui falando apenas dos seus maiores hits, por serem muitos ao longo da sua carreira. Mas vale a pena destacar os álbuns mais conhecidos e aclamados de sua história (pela visão de quem vos escreve, é claro): The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972), Alladin Sane (1973), Diamond Dogs (1974)  inspirado em 1984, não tem como não amar. A Trilogia de Berlim quando Bowie e Iggy –  o Pop – (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=14901456)  estiveram por lá numa rehab: Low (1977), “Heroes” (1977) e Lodger (1979). 

 

dançando, dançando, dançando, dandandançando
dançando, dançando, dançando, dandandançando

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 Além de música o maravilhoso David, fez filmes. E também inspirou filmes, como Velvet Goldmine (1998) baseado em  biografias suas não-autorizadas como:  “Stardust: The David Bowie Story”, escrito por Henry Edwards e Tony Zanetta e “Backstage Passes” escrito por sua  ex-wife Angie Bowie you can’t say we’re satisfied  quando Bowie soube deste “detalhe” não deixou sua música (cujo filme carrega o nome) e muito menos sua história, nomes etc aparecerem no longa. Justo. Porém, todxs identificaram a semelhança, sorry Bowie. Por mais que o roteiro tenha virado uma ficção – ou algo entre isso –  trabalhada no glam rock, na minha humilde ideia, fez-se um filme ótimo! Onde você pode ver o Batman junto do Iggy Pop (ou Curt Wild, que na verdade é o Ewan McGregor). Mais informações aqui: http://www.imdb.com/title/tt0120879/ 

 

semelhanças, semelhanças everywhere
semelhanças, semelhanças everywhere

Há um ano atrás, Bowiezinho não desapontou e lançou um novo álbum: The Next Day, muito bom por sinal. Fazendo referência aos tempos de Berlim desde sua capa até a sonoridade e letras das músicas, essa foi a surpresa mais esperada (mas nunca imaginada) dada ao público depois de uma pausa de 10 anos, caminhando pelo Central Park fazendo poucas aparições. Junto com o álbum vieram os clipes que, não desapontaram igualmente. Com a ajudinha de Tilda Swinton, Gary Oldman, Marion Cotillard e modelos mais andróginas impossível  que caracterizaram com soberania sua persona.  

 

Tilda e Bowie em The Stars are Out Tonight <3
Tilda e Bowie em The Stars are Out Tonight ❤

 Eu ficaria mais horas aqui, falando do Bowie, oh, Bowie. Mas temos que encerrar *ooooh* uma hora.

Façam como o E.T. Bilu vos diz e: busquem conhecimento (nas músicas do Bowie, ele quis dizer isso. For sure). Fiquem com este (http://flavorwire.com/247387/pictures-of-david-bowie-doing-normal-stuff) link ótimo e bom resto de domingo!

beijos pessoal
beijos pessoal

 

Danielle Dornelles

 

P.s.: desculpem-me pelos links feios no meio do texto, problemas técnicos.