Músicas de (minha) Primavera

Boa tarde, personitas! Andei um tanto quando sumida mas, hoje um belo dia azul, de sol e ventania resolvi voltar. Pra falar do quê? Das razões que fazem essa época do ano ser linda como é: a primavera! É de longe minha estação favorita, mesmo que eu sofra um tanto pela renite que ataca bastante nessa época. Mas é bobagem! A Primavera é colorida, cheia de vida, ela tem o intuito de ser para a vida e os nascimentos na natureza. Mas sou de humanas, não vou entrar neste quesito, rs. O que sinto e percebo a olho nu é a mudança nos tons de verde das folhas, no azul do céu, das copas de árvores que florescem e algumas refletem o amarelo que contrasta nos morros. E o sensorial passa também pela audição. Quais sons tem a cara da primavera? na primavera calmararia-a-a tranquilidade uma quimera-a-a queria sempre essa alegria  O que te faz se sentir no mundo nessa época do ano? Eu que sou uma negação para fazer listas e escolher o que gosto mais de ouvir/ver  (Lauro e todas pessoas que me conhecem que o diga) resolvi fazer uma ~playlist~ da estação. Divirtam-se.

1. Próxima Estacion Esperanza
Manu Chao seria um dos caras mais legais da América Latina, se ele fosse latino-americano, na verdade ele é francês. Esse álbum acredito que seja um dos mais famosos dele, depois de deixar fazer parte da banda Mano Negra. Bem roots pra quem é roots, bem roots pra quem não é roots (não faz diferença). Sabe aquela música “Me gustas tu”? Então, tá aí. A clássica dedicatória romântica pro pessoal humanas-américa-latina-viagens (sem preconceitos, afinal também me encaixo em partes na definição). https://www.youtube.com/watch?v=pxdIOmNuNTk

Manu Chao cantor, mas podia ser alguém que faz América Independente na minha sala.
Manu Chao, cantor. Mas poderia ser algum colega de curso. Da matéria de América Independente.

2. Helplessness Blues Fleet Foxes. Tá aí, uma das várias coisas boas da música que a Julia me mostrou. Som lindo e colorido. https://www.youtube.com/watch?v=cdN2bfov9JQ&list=PL80F9FAB59AF6EA62

Mais uma banda que poderia facilmente se passar por colegas de curso.
Mais uma banda que poderia facilmente se passar por colegas de curso.

3.  Ventura SEM PRECONCEITOS COM LOS HERMANOS, eles são legais e não possuem culpa de ter todo um estereótipo meio saturado em cima deles. No geral, a banda é meio verão, fiquei em dúvida entre o “Bloco do eu sozinho” e esse, mas acho que Ventura se encaixa mais (apesar de ter uma faixa chamada “Deixa o Verão”, não se pode ter tudo). https://www.youtube.com/watch?v=g_Uw-meLw-A&list=PLp8oXTv1PUtFlgNpDjEdFYCeruJ_9XXtn&spfreload=1

A maioria já conhece eles, né. Mas repito a ideia das outras duas imagens...
A maioria já conhece eles, né. Mas repito a ideia das outras duas imagens…

4.  The Rip Tide Ahhh, Beirut. Não é nem a comida e é bom também. Esse álbum é leve como eles são em geral e apesar de não ter “Elephant Gun” que pra mim tem a cara da primavera e também é a clichezona tem Santa Fe que é amor.

Fofos.
Fofos.

5.  Division Bell Pink Floyd, pra uma estação alegre Dani? Sério isso? Sério isso. Eu simplesmente sou encantada por esse álbum. Não é pela formação dele, ou pela época, ou por ser ou não um estilo da banda, ESQUEÇAM OS RÓTULOS. Esse álbum é lindo pra mim na primavera porque me lembra coisas muito boas. É o valor sentimental que “Poles apart” tem pra mim por exemplo. Cresci ouvindo, tive medo da capa, foi meu álbum favorito de todo o mundo, por eu gostar simplesmente. Sem mais análises. Hoje não tenho mais um álbum favorito de todo mundo, não sei, mas enfim. Division Bell, primaveril. https://www.youtube.com/watch?v=cH_VVzfvmJE

High Hopes.
High Hopes.

E era isso. Se tiverem gostado me avisem, se tiverem suas próprias músicas de primavera – ou simplesmente nunca pararam pra pensar nisso – me avisem também. Ou não.

Um beijo, Danielle Dornelles.

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Sertanejo é massa (sobre Renato Teixeira)

Pessoal, esse final de semestre está me matando, ow cara, muito triste. E se tem um estilo de música que ta me representando nesse período, é o sertanejo.

Vou dizer, eu gosto bastante de sertanejo, não de todos, mas o de raiz eu gosto demais! E eu vou tentar aqui mostrar pra vocês que pode ser uma coisa muito boa de ouvir, e tentar quebrar esse preconceito chato até porque eu sei que no chuveiro é isso que vocês cantam.

Eu vou falar de um dvd de um show na real, do Renato Teixeira, que meu pai tem. Me lembra muito minha família, alegria total. Ele é de 2007, e foi no Ibirapuera em SP. São 20 músicas:

1- Amanheceu, Peguei A Viola – Clássicos do sertanejo, não tem como não ter ouvido nunca e ta bem apresentada pelo Renato Teixeira no DVD.
2- Êta Mundo Bão – Bem dançantezinha e feliz.
3- Um Violeiro Toca – Outro clássico e essa eu gosto em especial, acho linda, me emociona bastante
4- Irmãos Da Lua – A letra dessa música é sensacional
5- Raízes – O NOVO AMANHECE!
6- Amora – Para as pessoas que namoram mas não assumem aiii…
7- Amizade Sincera – ai cara, sem palavras pra essa música de verdade
8- Quando O Amor Se Vai Part. Esp. Pena Branca – cara, participação do Pena Branca não é pra qualquer um
9- Olhos Profundos – ❤
10- A Primeira Vez Que Fui Ao Rio – Da série: vida de Julia
11- Encostada Na Varanda – Apenas amor sobre essa música
12- Curvelo Part. Esp. Chico Teixeira – ❤
13- Pequenina – vai parecer meio clichê todas as minhas definições porque pra mim é tudo amor essas músicas
14- Cavalo Bravo – Essa música é demais!
15- Recado Part. Esp. Joanna – puro amor também!!!
16- Tocando Em Frente – Acho que essa é a música preferida da minha mãe.
17- La cigarra Part. Esp. Leon Gieco – Muito boa!
18- Sina de Violeiro – também maravilhosa
19- Frete Part. Esp. Chitãozinho & Xororó – carga pesada quem lembra?
20- Romaria Part. Esp. Chitãozinho & Xororó, Leon Gieco, Pena Branca, Joanna – Outro super clássico só amor.

Então, é isso! Saibam que minha opinião sobre as músicas aqui no blog seria o que eu estaria falando pra vocês se estivéssemos ouvindo o álbum juntos. E abaixo a falar-mal-de-sertanejo-sem-conhecer!

Bjbj, Julia.

Gil!

Olá!

Com um dia de defasagem por causa da eleição e estresses em geral, vim aqui, sem mais delongas colocar o álbum da semana pra tocar. Eu percebi que ainda não tinha falado de nenhum álbum brasileiro, o que é uma falha por isso vou começar já com a nata.

Eu vou falar do Refazenda do Gilberto Gil, que ai, pra mim é um dos melhores álbuns de música brasileira de todos. Eu nem preciso falar quem é o Gilberto Gil né cara, famosão aqui e no exterior, lindo, maravilhoso e faz música bonita.

Hehe

O Refazenda é de 1975 e suas faixas são massa pacas, elas são bem mpb assim, violão e batida legal. Eu gosto muito de música brasileira porque é bem dançável assim, e eu adoro dançar e cantar junto (já que meu inglês não é aquelas coisas)

  1. Ela – Essa música é bem amor, ela é bem gostosa de dançar, tem uns metais legais.
  2. Tenho Sede – TRAGA-ME UM COOOOPO D’AGUA TENHO SEDE E ESSA SEEEDE PODE ME MATAAAAAAAR, ai eu amo essa música.
  3. Refazenda – A música que da nome ao álbum não fica nada atras, ela é linda só que eu acho muito difícil de cantar, pra mim a letra é muito enrolada, o que me faz admirar ainda mais o Gil.
  4. Pai e Mãe – Essa é lentinha, tem uma letra bem bonita, eu acho.
  5. Jeca Total – Eu imagino que essa música tem um cunho meio político, acho interessante, é tudo bem subjetivo
  6. Esse é Pra Tocar no Rádio – Então, como eu disse, eu admiro a dicção do Gil.
  7. Ê, povo, ê – Músicas que começam com lalala ❤ é muita alegria
  8. Retiros Espirituais – Penso que essa seja a mais famosa do álbum
  9. O Rouxinol – Eu acho o vocal dele bem bonito nessa música.
  10. Lamento Sertanejo – O vocal dessa também é demais, a letra tudo, é uma das minhas favoritas com certeza
  11. Meditação – Essa música explica bem seu nome, é linda.

Ta ai pra vocês ouvirem e tirarem suas conclusões:

Esse post foi mais sucinto, mas vou tentar postar mais alguma coisa maneira essa semana.

Até, Julia

Bridge Over Troubled Water, para quem quer ficar nostálgico

Hoje eu estou me sentindo meio esquisita, não sei o que tá acontecendo comigo assim, então, como álbum resolvi falar sobre uma coisa sem erro e que eu gosto muito e sempre gostarei que é Simon & Garfunkel.

Sem palavras pra definir o que essa dupla significa na minha vida e formação musical, eu conheço desde criança porque meu pai gosta muito, então além de muito maravilhoso é algo nostálgico que costuma me deixar muito feliz, me faz lembrar minha família e todo o amor que eu sinto por eles, nem vou continuar porque isso é muito para uma pessoa que mora sozinha.

Bem, então vou ao álbum que eu escolhi pra falar dessa coisa maravilhosa, “Bridge Over Troubled Water” que também já não é deprê o bastante para um domingo chuvoso.

Pra quem não sabe, Simon & Garfunkel são uma duplinha do barulho que toca folk e iniciou nos EUA de 1957 até tempinhos atrás, eles são do caramba, vocais ó, coisa boa.

Por: mãe do “Quase Famosos”

Eu escolhi o “Bridge over Troubled Water” de 1970 porque é o meu preferido, mas não desmerece nenhum dos outros deles. Eu acho esse álbum, ai, ode a coisa boa do universo, tudo é lindo e nostálgico pra mim não tem nenhuma música que esteja nele que não me faça pensar em alguma lembrança muito boa, além disso ele tem as músicas muito bem colocadas em sua ordem. E a capa dele ❤ linda linda mil vezes, o verso dela, queria tatuar aquela fotinho deles que aparece no canto, na real, acho que vou fazer isso.

As músicas:

  1. “Bridge over Troubled Water” – Essa música, QUEM NÃO AMA? É hino isso gente, letra perfeita, melodia, vozes, tudo.
  2. “El Condor Pasa (If I Could)” – Me lembra muito minha infância é uma versão de uma musica peruana de protesto assim, demais
  3. “Cecilia” – Música mais feliz do mundo sobre um coração partido.
  4. “Keep the Customer Satisfied” – Ah, essa música é muito linda, feliz, me deixa bem alegre, sei lá me faz lembrar de coisas boas
  5. “So Long, Frank Lloyd Wright” –Linda de morrer.
  6. “The Boxer” – MINHA FAVORITA DO MUNDO INTEIRO, vou entrar no meu casamento com isso por mais que não tenha nada a ver com casamento.
  7. “Baby Driver” – Acho essa música bem sacaninha assim, não sem explicar.
  8. “The Only Living Boy in New York” – Os vocais dessa música, meu Deus!
  9. “Why Don’t You Write Me” – Essa música também é música de viajar pra praia.
  10. “Bye Bye, Love” – Essa é um ao vivo e ótimo porque eu gostaria bem de falar sobre como esses caras são bons ao vivo, sério, eles são um dos poucos músicos que não me incomodo de ouvir ao vivo porque eles são maravilhosos, até melhores.
  11. “Song for the Asking” – Finaliza dessa maneira épica, com essa música que tem um violão lindo.

Gente, devo lembrar a todos que eu tenho opiniões nada críticas profissionais sobre as músicas, é mais sentimentos que me vem, vocês podem dar a opinião de vocês ai sempre que será maravilhoso.

Vou colocar uma playlist com o álbum pra vocês ouvirem MAS eu recomendo mil que vocês baixem/comprem porque não vão se arrepender.

https://www.youtube.com/playlist?list=PLEABCB261CC66F27E

É isso pessoal, obrigada por lerem.

Julia.

Bowie, oh, Bowie

Oláááá, gentes. Boa tarde!

Mais um domingo que se (es)vai, nos deixando o ar de que deveríamos ter feito várias coisas durante o decorrer (e também final) da semana ou para quem foi mais eficiente, a sensação de dever cumprido e tarefas realizadas. Não é o meu caso.  E é por isso que ~ venho por meio deste ~ trazer um pouco de cor, glamour, empolgação, beleza e androginia com ninguém mais, ninguém menos que: BOWIE, David fucking Bowie. Ele merece o bold aplicado anteriormente. 

de Bowie divando aqui
Aqui, de Bowie divando.

O que dizer desse Bowie que mal conheço e já considero pacas? Como começar a falar da pessoa que há alguns anos vem me inspirando uma infinidade de formas de exercer e ser arte? Pela voz. É impossível começar a falar do camaleão do rock ícone glam rock sem citar sua voz e também sua imagem. Imagem nunca limitada à uma só, nunca limitada, nunca uma só! 

ch-ch-ch-ch-changes!
ch-ch-ch-ch-changes!

David Robert Jones é um jovenzito nascido em 8 de janeiro de 1947 em Brixton, Londres, Inglaterra. The man who sold the world, além de vender a terra e perguntar se existe vida em marte, é  responsável por uma carreira de 4 décadas de sucesso, sem medo de inovar e arriscar: pois ele pode e muito. Sendo assim, uma grande referência para o mundo das artes. Criador de pelo menos duas personas ao longo da carreira, Ziggy em 72 e Thin White Duke em 76 (demonstrada em Station to Station), símbolo (ou estopim) de uma revolução cultural-sexual que vinha acontecendo nos 60’s-70’s através de seu andrógino lifestyle “Bowie já pegou quem eu queria” (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=8815869) além de muitas, muitas outras coisas. Eu poderia passar muito tempo aqui falando apenas dos seus maiores hits, por serem muitos ao longo da sua carreira. Mas vale a pena destacar os álbuns mais conhecidos e aclamados de sua história (pela visão de quem vos escreve, é claro): The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972), Alladin Sane (1973), Diamond Dogs (1974)  inspirado em 1984, não tem como não amar. A Trilogia de Berlim quando Bowie e Iggy –  o Pop – (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=14901456)  estiveram por lá numa rehab: Low (1977), “Heroes” (1977) e Lodger (1979). 

 

dançando, dançando, dançando, dandandançando
dançando, dançando, dançando, dandandançando

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 Além de música o maravilhoso David, fez filmes. E também inspirou filmes, como Velvet Goldmine (1998) baseado em  biografias suas não-autorizadas como:  “Stardust: The David Bowie Story”, escrito por Henry Edwards e Tony Zanetta e “Backstage Passes” escrito por sua  ex-wife Angie Bowie you can’t say we’re satisfied  quando Bowie soube deste “detalhe” não deixou sua música (cujo filme carrega o nome) e muito menos sua história, nomes etc aparecerem no longa. Justo. Porém, todxs identificaram a semelhança, sorry Bowie. Por mais que o roteiro tenha virado uma ficção – ou algo entre isso –  trabalhada no glam rock, na minha humilde ideia, fez-se um filme ótimo! Onde você pode ver o Batman junto do Iggy Pop (ou Curt Wild, que na verdade é o Ewan McGregor). Mais informações aqui: http://www.imdb.com/title/tt0120879/ 

 

semelhanças, semelhanças everywhere
semelhanças, semelhanças everywhere

Há um ano atrás, Bowiezinho não desapontou e lançou um novo álbum: The Next Day, muito bom por sinal. Fazendo referência aos tempos de Berlim desde sua capa até a sonoridade e letras das músicas, essa foi a surpresa mais esperada (mas nunca imaginada) dada ao público depois de uma pausa de 10 anos, caminhando pelo Central Park fazendo poucas aparições. Junto com o álbum vieram os clipes que, não desapontaram igualmente. Com a ajudinha de Tilda Swinton, Gary Oldman, Marion Cotillard e modelos mais andróginas impossível  que caracterizaram com soberania sua persona.  

 

Tilda e Bowie em The Stars are Out Tonight <3
Tilda e Bowie em The Stars are Out Tonight ❤

 Eu ficaria mais horas aqui, falando do Bowie, oh, Bowie. Mas temos que encerrar *ooooh* uma hora.

Façam como o E.T. Bilu vos diz e: busquem conhecimento (nas músicas do Bowie, ele quis dizer isso. For sure). Fiquem com este (http://flavorwire.com/247387/pictures-of-david-bowie-doing-normal-stuff) link ótimo e bom resto de domingo!

beijos pessoal
beijos pessoal

 

Danielle Dornelles

 

P.s.: desculpem-me pelos links feios no meio do texto, problemas técnicos.